“Como nós entendemos que pode eventualmente haver alguma preocupação por parte de alguns consumidores em relação à presença de transgênicos, resolvemos agir pró-ativamente e rotular nosso óleo de cozinha Soya, mesmo sabendo que os óleos vegetais não contêm nem 1% de componente transgênico, porcentagem a partir da qual a lei exige a rotulagem, para melhor atender consumidores que considerem isso relevante”, diz o diretor de Comunicação Corporativa da multinacional, Adalgiso Telles, em correspondência enviada ao Greenpeace.
A entidade, por sua vez, festeja o que considera uma vitória do direito dos consumidores. Essa luta teve seu ponto alto em setembro do ano passado, quando o Ministério Público de São Paulo se baseou na denúncia do Greenpeace para entrar na Justiça com uma ação civil pública exigindo a rotulagem não só do óleo Soya da Bunge, mas também o Liza, da Cargill.
Fonte: Ambiente Brasil (http://www.ambientebrasil.com.br/noticias/index.php3?action=ler&id=35905)
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