Móveis obtidos através de matérias-primas que seriam descartadas, agredindo a natureza; residências que utilizam tecnologias que geram energia sustentável; além de projetos de certificação ambientais, são algumas das soluções apresentadas para conter o avanço do aquecimento global e promover um melhor aproveitamento dos recursos naturais.
Na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), a busca de uma resposta ao desperdício de energia levou à participação acadêmica no projeto da “Casa Eficiente”, que se destaca pelas soluções criativas para o uso racional dos recursos naturais. Construída em parceria com a Eletrobrás e Eletrosul em Florianópolis, ela foi projetada nos mínimos detalhes, seguindo os conceitos de eficiência energética, adequação climática e uso racional da água.
Etiquetas para eficiência energética de prédios - Outro projeto em andamento na UFSC é a classificação de edifícios quanto ao nível de eficiência energética por etiquetas - de 'A' (mais eficiente) a 'E' (menos eficiente). A regulamentação dos prédios segue três requisitos principais: sistema de iluminação, de condicionamento de ar e desempenho térmico da envoltória do prédio.
Um prédio comercial receberá "A" se utilizar aquecimento solar de água, com coletor e reservatório térmico que também tenham recebido a classificação máxima de eficiência. E se o edifício possuir mais de um elevador, deverá ser apresentado um controle inteligente de tráfego, que evite o desperdício de energia. A princípio, a adesão dos prédios às etiquetas será voluntária, mas a idéia é que se torne obrigatória em todos os prédios do país em construção "até meados do ano que vem", segundo Leonelli.
Fonte: JB Online / AmbienteBrasil
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