Segundo a ONG, a proposta, cujo relator é o deputado Homero Pereira (PR-MT), presidente licenciado da Federação de Agricultura do Mato Grosso (Famato-MT), reforça a intenção da bancada ruralista de reduzir a Reserva Legal – fundamental para a manutenção da biodiversidade – de 80% para 50% na Amazônia, além de permitir a soma das áreas de preservação permanente (APP) e da Reserva Legal. “Em alguns casos, isso significa, na prática, uma redução da Reserva Legal para até menos de 50%”, diz o Greenpeace.
“O deputado Homero Pereira, como bom defensor dos interesses ruralistas e dos biocombustíveis, conseguiu piorar o que já estava muito ruim”, avalia Sérgio Leitão, diretor de Políticas Públicas da entidade. “No momento em que vários países reunidos em Bali, particularmente o Brasil, demonstraram seu compromisso com as florestas como contribuição ao combate ao aquecimento global, a Comissão de Agricultura da Câmara dos Deputados faz o movimento inverso, dando um presente de Natal de grego para os brasileiros e sinalizando a verdadeira disposição do agronegócio no Brasil: a de acabar com as florestas do país”.
O texto segue agora para discussão na Comissão de Meio Ambiente.
Fonte: http://www.ambientebrasil.com.br/noticias/index.php3?action=ler&id=35434
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